O que um tinha, o outro possuia. O que um não tinha, o outro não queria. Havia necessidade - eram um enquanto pudessem ser dois. Existia certa harmonia em suas desavenças, um fio invisível que eles juravam ser indestrutivel. E era.
Eles eram complementos. Eram os traços um do outro, o outro do um. Verossimilhantes. Cheios de meias-verdades, meias-respostas, meios-sorrisos, meios-defeitos, meias-perfeições.
Porém, o mais importante: o que um sentia o outro respondia.
(Autor Desconhecido)
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